O dia foi de gastronomia e de vivência na vila.
Começar o dia no (restaurante) O Galpão tomando café e ouvindo Nina Simone, enquanto se come um sanduiche de pão integral com queijo e orégano, é de uma delicia longe da trivialidade de lanchar na padaria da esquina ouvindo sinfonia de buzinas.
Aqui todas as informações do ambiente te dizem bom dia... O galo cantando, a jaqueira frondosa, o beija-flor passeando em todas as flores e Diego, o proprietário do lugar, com seu sotaque hermano, é de uma simpatia aconchegante tal qual seu espaço.
A noite fomos à pizzaria "Pizza Integral Capão Grande". A fachada do local não da nem pista do universo que se abre no seu interior, é como se adentrássemos num portal mágico. O atendimento é muito legal, sem a caricata baianidade forjada nos pontos turísticos de Salvador.
Na praça, em frente a igrejinha, ficam uns artesãos com seus trabalhos e suas história pra contar, sobre suas andanças, sobre a percepção do capão de antes e o de hoje.
Na volta ao camping pela estrada afora de terra, sem iluminação artificial, vejo vagalumes e um céu coberto de estrelas.
Sinto a felicidade genuína de simplesmente existir em paz.
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